Quarta-Feira, 20 de Dezembro de 2017 - 08:20 (Colaboradores)

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LENHA NA FOGUEIRA: HILDON E A CULTURA DE PORTO VELHO

Minha tristeza, foi porque ele não enumerou sequer uma ação cultural. Realmente o primeiro ano do Dr. Hildon a frente da prefeitura de Porto Velho, culturalmente falando, foi quase zero a esquerda.


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Pense numa pessoa que saiu do gabinete do prefeito de Porto Velho Hildon Chaves na manhã de ontem, 19, cabisbaixo, EU!


Acontece que o prefeito convocou a imprensa para apresentar, segundo ele, um breve balanço do seu primeiro ano de governo.


O interessante é que passaram classificar como entrevista coletiva, qualquer comunicado, onde a autoridade maior daquele momento, se faça presente, quando na realidade, a maioria desses eventos, são apenas “Prestação de Contas” de um determinado período de governo, como foi o caso de ontem no gabinete do prefeito.


O prefeito passou a enumerar os feitos realizados em seu primeiro ano de governo e foi falando sobre investimento, na saúde, pavimentação e recapeamento de várias ruas da cidade, falou das parcerias público-privadas, da educação e muitas outras ações que conseguiu realizar.


Minha tristeza, foi porque ele não enumerou sequer uma ação cultural. Realmente o primeiro ano do Dr. Hildon a frente da prefeitura de Porto Velho, culturalmente falando, foi quase zero a esquerda.


Começou não realizando os desfiles das escolas de samba, apesar do titular da Funculutural no inicio de sua administração, ter reunido a imprensa e todos os carnavalescos, para anunciar a programação carnavalescas, inclusive “garantido” que haveria o desfile das escolas de samba. Foi elogiado por tudo mundo.


Os dias foram passando e o primeiro baque, foi dado pelos dirigentes dos blocos de trio elétrico ao descobrirem, que a prefeitura não apoiaria com nada os desfiles dos blocos de trio.


As escolas de samba investiram o que puderam em seus enredos e na hora “H”, a prefeitura não realizou os desfiles e o que já havia sido investido, ficou perdido.


Vieram as festas folclóricas e mais uma vez, o pau comeu logo na abertura no Arraial Flor de Cacto e fedeu a chifre queimado, com a chegada do Arraial Flor do Maracujá.


A prefeitura não colocou uma “arruela”, para ajudar os grupos folclóricos em suas apresentações nos 14 dias da festa. O resultado foi que os grupos de Bois Bumbás através da Liga “Guarnecê”, não aceitaram participar do concurso, apenas concordaram em se apresentar sem que fossem julgados.


A turma da prefeitura, leia-se Funcultural não deu as caras em nenhuma noite do maior Arraial da Amazônia, com medo de ser vaiada.


Bom, para completar, os subsídios que seriam destinados às escolas de samba para os desfiles de carnaval, ficaram de repassar na festa de aniversário da criação do Município de Porto Velho, 2 de outubro, que também não aconteceu.


No segmento CULTURA o que a prefeitura fez? Que o prefeito não citou em sua prestação de contas a imprensa, na manhã de ontem?


Praticamente nada! Opa, tentaram reativar o Sistema de Cultura com suas Setoriais e o Conselho. Tentaram, pois a ação que começou a ser desenvolvida pelo “gordinho” que já foi exonerado Judilson Dias. Não foi pra frente.


Ô Zecatraca, você está sendo injusto: Pela primeira vez, a prefeitura de Porto Velho via Funcultural festejou o Dia Nacional do Samba em grande pompa. É! Foi mal! Desculpa ae Ocampo. Noda Dez para a Funcultural pela festa do dia do samba.


Nota dez para a Funcultural pelo Projeto Tacaca Musical que acontece toda quarta feira no Calçadão Manelão.


Por falar nisso, o Mercado Cultural tá mais abandonado, que cachorro que cai de caminhão de mudança.


Esperamos que em dezembro de 2018, quando o prefeito convocar a imprensa para fazer sua segunda prestação de contas, a CULTURA seja citada com destaque.


Ao encerrar a coletiva o prefeito disse: “Acreditamos que o próximo ano será bem melhor”.


Que os anjos digam AMÉM!

Fonte: Ze Katraca/NewsRondônia

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