Segunda-Feira, 18 de Dezembro de 2017 - 21:37 (Polícia)

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GAECO OFERECE DENÚNCIA CONTRA ADVOGADO QUE AFIRMOU PERTENCER AO COMANDO VERMELHO

Diante dos fatos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do denunciado e pela busca e apreensão com pedido de autorização de acesso de dados de aparelhos eletrônicos, medidas que foram deferidas pelo Juízo e cumpridas no dia 24 de novembro de 2017.


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Nesta segunda-feira, 18, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra o advogado Manoel Elivaldo Batista de Lima Júnior, acusado de promover, financiar e integrar a facção criminosa denominada ‘Comando Vermelho’.

Segundo a denúncia, assinada pelos promotores de Justiça Bernardo Albano e Ildon Maximiano, coordenador e membro do Gaeco, Elivaldo Júnior aparece em dois vídeos que circulam na internet, portando uma arma de fogo, uma submetralhadora de fabricação americana, e se autoproclama integrante do Comando Vermelho.

Consta nos autos do inquérito policial, instaurado pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Decco), que em um dos vídeos, o acusado confessa ser bandido e afirma que irá enriquecer trabalhando na condição de advogado da organização criminosa. Ele chega a citar os nomes das principais lideranças do Comando Vermelho.

Diante dos fatos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do denunciado e pela busca e apreensão com pedido de autorização de acesso de dados de aparelhos eletrônicos, medidas que foram deferidas pelo Juízo e cumpridas no dia 24 de novembro de 2017. Na busca e apreensão foram apreendidos um HD externo, um notebook, entre outros objetos.

A denúncia

Os promotores do Gaeco pedem que o acusado seja condenado nos termos da Lei nº 12.850/2013, que define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal, bem como da Lei nº 10.826/2003, que trata sobre o registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição.

Se a denúncia for aceita, o acusado poderá ficar até 18 anos recluso, além do pagamento de multa.

Kelly Souza- Agência de Notícias do MPAC

Fonte: ac24horas

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