Sabado, 09 de Dezembro de 2017 - 09:35 (Colaboradores)

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LENHA NA FOGUEIRA: FUNCULTURAL

Pelo amor de Deus, como é, senhor prefeito Hildon Chaves, que a Funcultural vai fomentar durante o ano todo, as atividades culturais promovidas por diversas entidades e que dependem do apoio da municipalidade?


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Está no orçamento encaminhado a Câmara Municipal, aliás, já está em apreciação pela Comissão de Finanças do Parlamento Mirim.

Pelo amor de Deus, como é, senhor prefeito Hildon Chaves, que a Funcultural vai fomentar durante o ano todo, as atividades culturais promovidas por diversas entidades e que dependem do apoio da municipalidade?

686.608, dá pra fazer o que? Apoiar as escolas de samba, os grupos folclóricos que se apresentam durante a quadra junina nos diversos arraiais existentes na cidade, cujos locutores passam a noite falando desse e daquele político de plantão, inclusive, o seu senhor prefeito.

O interessante é que o presidente da Funcultural (coitado), Ocampo Fernandes, não realizou os desfiles das escolas de samba este ano, “porque a gestão anterior deixou apenas 800 mil de orçamento para o ano de 2017, o que é muito pouco”, dizia Ocampo até bem pouco tempo em suas entrevistas.

Para o ano, assim prometeu várias vezes o titular da Funcultural, “contaremos com um orçamento digno e, então, vamos apoiar os eventos que acontecerão em nossa cidade…”

E agora José? O pote tá vindo sem fundo, o que será que o senhor vai prometer aos agitadores da cultura em Porto Velho.

A blogueira Luciana Oliveira postou que o dinheiro destinado à reforma do Mercado Cultural não chega a 60 MIL. Essa verba não dá nem para trocar o telhado. Os vasos sanitários e os mictórios estão danificados, as torneiras dos lavabos vazam mais que notícia ruim.

A tal de PPP (Parceria Pública Privada) não funcionou em nenhum setor da prefeitura, pelo menos até agora. Tão falando pelos quatro cantos da cidade, que o alcaide está querendo concorrer com os artistas de rua, aqueles que ficam no sinal se desdobrando pra conseguir o dinheiro do almoço pra pagar o jantar, isso porque o prefeito “pede” demais. O negócio é só realizar algum evento, caso consiga patrocínio da iniciativa privada. Quem mais sofre com esse estilo de administração é uma cervejaria, que de uns tempos pra cá, está presente em tudo quanto é evento realizado pela prefeitura, inclusive da feijoada solidária.

Vou até pedir a participação dos colunistas políticos Carlão Sperança, Sérgio Pires, Robson Oliveira, Gersi Taborda, Aurimar Sá e quem mais se acha colunista político, para me informar, se quando uma autoridade ou entidade pública, realiza um evento beneficente, pode divulgar seu nome, seja em faixa, panfleto, fôlder ou camiseta se isso pode ser considerado propaganda política.

Agora, a poliítica cultural no município de Porto Velho, que já estava com o pires na mão! Com todo esse valor de 686. 608 Mil destinados aos investimentos em eventos culturais no ano de 2018, vai ficar com prato, marmita, travessa, baixela e tudo que for possível na mão.

É muita falta de consideração com aqueles que fazem cultura em nossa cidade. Na realidade, a gente faz porque gosta, a maioria dos que trabalham com cultura, não tem como objetivo ganhar dinheiro. O negócio é feito com amor! Porém, quando o evento tem o porte de um Flor do Maracujá, desfiles de escola de samba, carnaval de blocos, festival de dança de quadrilha, show no Mercado Cultural, a grana tem que ser maior e então, a Funcultural tem a obrigação de apoiar.

A não ser que o prefeito Hildon adote o sistema do ex-prefeito Roberto Sobrinho, quando o orçamento da Fundação Iaripuna era quase nada, o apoio sai pela verba de GABINETE.

Fonte: Ze Katraca/NewsRondônia

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