Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2017 - 15:19 (Colaboradores)

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O NÃO-TEMPO - Por Max Diniz Cruzeiro

Pode-se também pensar o Não-tempo como uma coordenada polar onde o eixo foi subtraído, de forma que o efeito do comprimento de onda jamais irá interceptar outro eixo porque a informação foi interrompida.


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Determinados fenômenos não são mensuráveis na linha do não-tempo por uma razão simples: a inexistência do princípio operante psicofísico, psicoquímico ou biopsíquico. Esta constatação faz com que um indivíduo não absorva um aprendizado, porque a falta está interiorizada e a dimensão não contém o elemento difuso na trama de sua malha cinética.

Pode-se também pensar o Não-tempo como uma coordenada polar onde o eixo foi subtraído, de forma que o efeito do comprimento de onda jamais irá interceptar outro eixo porque a informação foi interrompida.

Então a realidade gerada por intercepções de dimensões não origina dentro da Matrix uma dimensão que contém o elemento. Entenda como matriz o elemento integral em que toda a rede de informações se sustenta em infinitas combinações possíveis de informações.

Dentro de um indivíduo quando o Não-tempo se inscreve o elemento excluído fica de fora dos atributos que serão integrados a fim da formação do conceito.

Então o evento psicofísico ou psicoquímico ou biopsíquico subtraído está fora do imaginário, que não irá permitir que o “ente” seja simbolizado, desta forma ele não será motivo de captura no plano real uma vez que a chave que irá permitir que o elemento seja adicionado ao modelo interativo de pensamento não está inclusa dentro da realidade do sujeito.

Essa subtração, elimina uma espécie da experimentação do elemento, uma vez que ele não se incorpora dentro da realidade em que é possível perceber para um indivíduo.

Então dentro de um continente cinético a rede se sustenta sem o elemento excluído, que não pode ser incorporado porque não existe representação que o possibilite ser visualizado como um instrumento perceptível a fim de ser utilizado como metacognição em um indivíduo.

O Não-tempo se estabelece para tudo que não se inscreve, que não pode ser tateado pela mente que exige uma explicação lógica para ancorar uma imagem.

Então este mundo onde esses elementos estão presentes não é perceptível, porém podem ser pseudointerpretados por uma linguagem reconhecida que sinaliza a falta como, por exemplo, a raiz de um número negativo.

Que não está representada dento de uma dimensão factual em que se inscreve o Real, mas que pode ser sentida utilizando aspectos visuais do tridimensional que lhe permitam efetuar os cálculos mesmo que este não tenha condições de ser representado.

É um paradoxo a criação do elo matemático de nosso exemplo, uma vez que se busca uma noção paralela para dar existência a algo que não está construído dentro de um modelo de pensamento.

E quando o sentido do Não-tempo se faz presente na forma de um imaginário hipotético, o seu clone-espelho se faz representar como se fosse um átomo espelhado que teve existência em um dado momento em um efeito fantasma extraído de uma realidade negativa que é um elemento antimatéria.

Os elementos antimatérias são imagináveis e podem dar saltos quânticos para se alocar de forma espelhada em uma realidade em que o termo não tem existência legal.

Como se fosse um caminho de transição de interferência no padrão vibracional da realidade, em que pelo menos uma dimensão, a coisa é representada de forma ilusória.

Na representação de signos o Não-tempo não está realizado dentro da trama cinética que deu origem a sua imagem, e por isto não é possível de ser simbolizado. Então o real só pode agir neste caso se o elemento der um salto quântico a fim de que a visão seja formulada pelo clone da imagem real.

Essa ilusão que é gerada pega emprestado os atributos de signos de outros entes consistentes que habitam a mente no intelecto de um indivíduo. Em que as relações lógicas são afrouxadas para que os desmanche dos signos reais possam dar indexação e lugar ao novo objeto subtraído de outra realidade, fusionando partes de vários signos conhecidos num processo de colagem, para se tornar um ente temporal por integração, onde este passa a ter influência sobre a mesma realidade em que o indivíduo habita.

O Não-tempo pode ser transitório. E elementos que pertençam ao tempo, por alguma razão podem ser ignorados definitivamente, pela perda da percepção das propriedades, e vir a converter em um elemento que venha a pertencer a uma outra realidade. E se tornando Não-tempo não existe mais ação temporal sobre ele, e os conceitos integrais que surgem na trama cinética passam a não mais depender do termo que a estrutura não é mais requerida para ser nomeada.

Mas o elemento que não ativa mais o princípio bio-químio-fisíco-psico não significa que ele deixou de ter existência real, mas que foi incluso em outra realidade em que componentes de comprimento de onda são capazes de percebê-los quando representados nesta realidade. Assim existe um espaço onde o elemento do Não-tempo de minha realidade é temporal em outra realidade e coexiste com outros termos que podem ou não estar representados dentro da realidade que exerço a minha expressividade.

De forma que coexistindo ele realiza fenômenos de transitoriedades, em uma realidade distinta de onde presencio a minha realidade.

E tudo não passa de uma questão de trazer o elemento através do espelhamento para a realidade corrente assim como o número imaginário ou um fenômeno de antimatéria.

Todos os elementos estão disponíveis na multidimensionalidade, cabe a cada um fazer o arranjo da realidade que melhor represente elementos para que não coexista uma exclusão de termos que abasteça o Não-tempo.

Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro/NewsRondonia

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