A DIFERENÇA ENTRE O NORMAL E O NATURAL

Natural é ouvir músicas de qualidade, melodias harmoniosas, letras elaboradas, tocantes e relevantes a qualquer tempo podendo ser reconhecidas a sua magnitude por qualquer pessoa que a aprecie independentemente de gosto musical.
Segunda-Feira, 30 de Outubro de 2017 - 21:20

Os dias são maus e difíceis! Há nas pessoas (com raríssimas exceções) uma dificuldade de pensar com um mínimo de clareza, senso crítico e razoabilidade. O que se vê, inclusive nas academias, é uma preguiça de refletir e entender qualquer conceito minimamente mais elaborado. A dificuldade de compreensão é tamanha que até mesmo a diferenciação de palavras simples, estas do título por exemplo (normal e natural), tem causado muita confusão, para isso vamos dar uma pequena ajuda prática com exemplos claros e do dia a dia. Vejamos:

É normal, nos dias de hoje, que as pessoas ouçam qualquer ruído dissonante e chamem de música, ganhando assim status de manifestação musical, pornografia e apologia ao crime ou letras monossilábicas que mesmo um símio poderia elaborar qualquer bobagem dita com um fundo rítmico são aclamadas como sucesso. Natural é ouvir músicas de qualidade, melodias harmoniosas, letras elaboradas, tocantes e relevantes a qualquer tempo podendo ser reconhecidas a sua magnitude por qualquer pessoa que a aprecie independentemente de gosto musical.

É normal que hoje sejam defendidas ideias que imbecilizam os jovens, de modo que não tenham opinião formada sobre nenhum assunto realmente importante pelo fato de não lerem nada, e quando leem o fazem na internet em textos com pensamentos ginasianos, tosquinhos. Mas o natural é ler livros consagrados e reconhecidamente clássicos, e quando necessário, deve haver uma saudável discussão de argumentos e contra argumentos cristalinos para séria avaliação e a chegada de um comum com o máximo de honestidade e nobreza intelectual.

É normal que as mulheres tenham corpos musculosos e masculinizados pelas academias, assumam papéis masculinos na sociedade; enquanto os homens são incentivados a serem mais delicados ou efeminados sob pena de machismo caso se recusem; as crianças com cinco ou seis anos já tem o direito de ter acesso a assuntos de sexualidade, podendo inclusive decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida independente de sua biologia. O natural portanto, é que a mulher seja delicada, elegante, com sua feminilidade aflorada pelo bom gosto de suas vestes e a singeleza de seus atos; Natural é que o homem seja másculo, firme, forte e de fino trato às mulheres, cortês, protetor e amante das gentilezas ao próximo; às crianças natural é que aprendam coisas de crianças, brinquem e sejam protegidas de ideologias sem nenhuma base científica, assuntos religiosos e sexualidade são responsabilidades tão somente do pai e da mãe.

É normal defender que o SUS custeie acompanhamento psicológico e até cirurgia para quem decidiu mudar de sexo por haver “nascido no corpo errado”. O natural é o SUS custeie tratamento de quem está morrendo a míngua nos hospitais públicos, sem que tenham decidido pagar impostos e ficarem enfermos.

É normal nos dias de hoje ter no homossexualismo um comportamento comum e promovido nas grandes mídias, que deve ser incentivado e ensinado nas escolas para quem queira aderir, formando famílias em novas e modernas releituras sociais. O natural, contudo, é compreender que a natureza determina inegociavelmente em todas as espécies de animais (incluindo claro o homem), macho e fêmea. Todo o resto é distorção de uma realidade imutável e inflexível independente de militância e gritos vazios de quem jamais mudará a sua própria natureza. Normal é homem e mulher formarem família, terem filhos (coisa que o homossexualismo jamais conseguirá), manterem na família e sociedade a realidade biológica que a natureza ao longo dos séculos permitiu que a humanidade chegasse onde estamos.

Sinto desapontá-los, não apenas mudarei de pensamento como a sociedade e a natureza não mudarão suas vertentes de naturalidade. Cuido que deveriam mudar vós os vossos pensamentos, e aprimorar seus léxicos.

Jefrson Sartori
Outubro, 2017

Fonte - Jefrson Sartori / News Rondônia

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