Sexta-Feira, 28 de Outubro de 2016 - 08:17 (Colaboradores)

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LIVRE

AS OFENSAS PRATICADAS POR UM ESTRANHO NO NINHO DA ESQUERDA

O professor Samuel Milet, da Unir, cometeu um grave exagero, mas, pior que tudo, se ferrou porque foi contestar teorias dos esquerdopatas, exatamente dentro de uma Universidade, onde eles é quem mandam desmandam e impõe.


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O professor Samuel Milet, da Unir, cometeu um grave exagero, mas, pior que tudo, se ferrou porque foi contestar teorias dos esquerdopatas, exatamente dentro de uma Universidade, onde eles é quem mandam desmandam e impõe. E ai de quem contestá-los. O caso teve repercussão nacional e transformará o professor, entre a maioria dos seus colegas e pela mídia apaixonada pela terminologia, ditadura de ideias e imposições do “politicamente correto”, num grande vilão. Resumo do caso: Milet ofendeu a professora Sinara Gumieri, de Brasília, mestre em Direito, que fez uma palestra a estudantes da Unir e defendeu aquilo que os esquerdistas adoram: o debate das questões de gênero dentro das faculdades e escolas e nas questões do Direito. Além disso, ela também defendeu o aborto. Samuel Milet se sentiu ofendido, porque não concorda com nada do que sua colega proferiu no encontro com os estudantes. Ao contestar, contudo, faltou com o respeito e ética. Chamou Sinara de “vagabunda” e “sapatona”, numa reação exagerada, que nada tem de democrática. 

Dizendo-se defensor da família, o professor que agrediu verbalmente sua colega de profissão, extrapolou na defesa das suas ideias e, ao mesmo tempo, desrespeitou o princípio básico da democracia, que é o da multiplicidade das ideias. Além deles próprios, ninguém mais suporta a ditadura dos esquerdistas, que, defenestrados do poder, continuam querendo impor suas ideias e verdades. Mas não é com ofensas que serão derrotados. Aliás, isso só os alimenta. O que os derrotará definitivamente, será se mostrar, com clareza, a tragédia que eles causaram ao Brasil nas últimas décadas; é ter argumentos melhores do que eles. Basta se falar na destruição que produziram em todos os setores da sociedade, ao chegarem ao poder. O episódio da Unir é lamentável e o grande perdedor será o professor Samuel. Quem mandou ele não controlar a língua, ainda mais por não ser esquerdista militante, exatamente num meio onde quem não o é, torna-se apenas um estranho no ninho?

SEM BAIXARIA

Se não houver nenhuma surpresa de última hora, nessa sexta à noite acontecerá o debate na TV Rondônia/Globo, dois dias antes do eleitor da Capital ir às urnas para decidir entre Hildon Chaves e Léo Moraes, quem será o novo prefeito da Capital. Como o último confronto realizado, na SICTV/Record foi duro; como o confronto anunciado pelo SGC/Rede TV! foi cancelado, o de dessa sexta será, sem dúvida, a oportunidade final para os indecisos, enfim, definirem seus votos. Haverá pouco tempo para que repercuta tudo o que se ouvir no encontro de hoje, mas mesmo assim, é um espaço nobre, para que ambos discutam os graves problemas da cidade e apresentem as soluções para eles. Com o perdão da frase feita: “abaixo a baixaria!”. Espera-se um confronto de ideias e planos e não agressões e troca de acusações.

NADA DO IBOPE

Não foi dada nenhuma explicação, pela TV Rondônia/Globo, sobre a transferência da divulgação da última pesquisa do Ibope para o segundo turno na Capital. Era voz corrente – inclusive de fontes de dentro da emissora – de que a pesquisa estava pronta e deveria ser colocada no ar no Jornal de Rondônia dessa quinta. Não foi. O que pode ocorrer é que a emissora tenha preferido apresentar os dados poucas horas antes do debate que vai ao ar na noite dessa sexta. Há uma grande expectativa, porque a única pesquisa realmente confiável, a do Ibope (mesmo com todos os seus enganos dos últimos anos), pode indicar como está a disputa na Capital. O falatório é grande. Há quem diga que a eleição está decidida. Mas não há qualquer indício concreto disso, já que outras pesquisas que pululam aqui não merecem crédito algum.

VELHICE DECADENTE

O dia seguinte dos políticos brasileiros têm sido cada vez pior. Num momento, estão no poder, o exercendo a pleno e, geralmente, cometendo asneiras.  Muitos, quando  saem, quando não direto para a cadeia, caem no ostracismo ou têm que dedicar o resto de suas vidas para se defender de acusações sem fim. O caso do ex Presidente Lula é sintomático. O 27 de outubro, na última década, era dia de festa para ele e seus milhões de seguidores. Quem esqueceria do aniversário do operário que chegou ao poder? Nessa quinta, quando completou 71 anos, a data passou praticamente desapercebida. Um dos maiores líderes políticos da história do Brasil chega à velhice sob os olhares perseguidores de policiais, membros do Ministério Público e do Judiciário e com sua liderança na maior baixa desde que surgiu para a política nacional, nos anos 80. Lula chega perto do fim da sua vida pública, ainda, sob a ojeriza de parte significativa da população. Triste!

TORNEIRA AINDA ABERTA

Há furos a serem cobertos. No governo, por exemplo, o aperto dos cintos é geral. E está certo, até porque Rondônia é um dos poucos Estados que está ainda pagando suas contas em dia e o funcionalismo também. O rumo está correto. Mas dá para fechar ainda algumas torneiras, sem precisar novos sacrifícios. Um deles está em alguns convênios, que em geral dispendem muitos recursos, ou seja, custam uma grana preta por mês e nem sempre trazem os resultados que se espera. Pelo menos um deles, que pode chegar a 9 milhões de reais por ano, está sendo olhado com olhos preocupados, porte parte de órgãos de fiscalização. E não só aqui, mas em outros estados também. Em Roraima, por exemplo, a coisa está feita. No Amapá, há também contestações. São recursos que vão para uma instituição de fora e não ficam por aqui. Mais detalhes em breve...

CADEIA AOS BÊBADOS

Não adianta aumentar as multas, pelo menos no caso de motoristas que dirigem embriagados. Elas vão saltar para quase 3 mil reais, mas é óbvio que não impedirá os que enchem a cara de álcool e saem pelas ruas, avenidas e rodovias correndo o risco de matar alguém, continuem com essa prática. O Jornal Nacional mostrou essa semana, por exemplo, o caso de um policial federal que trabalha no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, que atropelou e matou um pai de família, pagou a multa e será processado por homicídio culposo, como se não tivesse intenção de matar. Enquanto um crime desses não for considerado, sem exceção, como homicídio doloso (com intenção clara de matar); que haja julgamento rápido; que o criminoso seja obrigado a indenizar a família da vítima pelo resto da sua vida e que haja prisão duríssima para esse tipo de assassinato, tudo o que se fala no combate aos crimes no trânsito não passará de superficialidades e enrolação...

PERGUNTINHA

Até quando esse país vai viver só na base da conversa, do discurso que não leva a nada e sob o domínio de leis que fazem de conta que punem criminosos?

Fonte: sergio pires

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