Terça-Feira, 12 de Julho de 2016 - 12:03 (Polícia)

18
Não recomendado para menores de 18 anos

REVOLTA: PASTORA EVANGÉLICA É ESTUPRADA E MORTA

“Ele violenta minha esposa, assassina minha esposa, confessa isso dentro de um fórum, vai para uma delegacia e antes de eu reconhecer o corpo da minha esposa no IML, esse cara tá na rua, como que eu vejo isso? Não sei como que eu vejo isso, não”, desabafa o pastor, esposo da vítima.


Imprimir página

Uma pastora evangélica foi estuprada e morta em São Paulo na última semana. Fátima Viana e o esposo, Daniel Viana, eram pastores da igreja Batista Filadélfia de Lauzane Paulista.O crime teria sido praticado por um vizinho da vítima, Victor Rodrigues Ramos, que acabou confessando o crime.

LEIA TAMBÉM: ENCONTRO MARCADO ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS TERMINA COM ADOLESCENTE DE 14 ANOS ESTUPRADA

DETALHES DO CRIME

Victor Rodrigues confessou ter praticado o crime. Ele contou que depois que estuprou a pastora, escondeu o corpo no jardim para dificultar a localização.

PRISÃO

Depois de investigar o crime, o delegado Lupercio Dimove, do 23° Distrito Policial, chegou até Victor Rodrigues, que, por sua vez, confessou ter matado e estuprado a pastora. “Ele violenta minha esposa, assassina minha esposa, confessa isso dentro de um fórum, vai para uma delegacia e antes de eu reconhecer o corpo da minha esposa no IML, esse cara tá na rua, como que eu vejo isso? Não sei como que eu vejo isso, não”, desabafa o pastor, esposo da vítima.

PROTESTOS

A soltura de Victor Rodrigues acabou gerando muita revolta na população e, sobretudo, entre os seguidores e familiares da pastora e seu esposo. Membros da igreja e amigos foram as ruas protestar pela postura da Justiça e pedir respostas. Eles querem saber o que motivou a soltura do acusado confesso.O protesto aconteceu no vão do MASP, na Avenida Paulista.

DESABAFO

Quem também esteve participando do protesto foi o deputado estadual Carlos Bezerra (PSDB). O deputado levou sua família para se juntar ao protesto.O deputado se mostrou revoltado com a impunidade com que o crime foi conduzido e pediu justiça.

A imprensa, o deputado falou que não irá descansar enquanto o estuprador não estiver preso e respondendo pelo crime terrível que cometeu.

FAMÍLIA E TRABALHO

A pastora estuprada e morta tinha 45 anos, era mãe de dois filhos e trabalhava como agente de saúde comunitária no bairro da Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.

O Tribunal de Justiça foi procurado pela imprensa e declarou que não se pronunciaria sobre o caso, já que o crime corre em segredo de justiça. A postura do TJ acabou inflamando ainda mais a revolta da população, que clamam por justiça.

Fonte: br.blastingnews

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias