Domingo, 26 de Abril de 2015 - 13:37 (Geral)

CAMINHO PARA DIRIGENTES DA FORÇA SINDICAL PODE CONTINUAR FECHADO

Criada no contraponto à Central Única dos Trabalhadores [CUT], a Força Sindical tem sob o slogan ‘A Central Que Funciona Para os Trabalhadores’.


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Porto Velho/RONDÔNIA – Não se tem noticia que dirigentes da Estadual da Força Sindical encorpem as lutas deflagradas pela Nacional desta Central de Trabalhadores.

- É o retrato da tolerância excessiva à falta de planejamento, inclusive no chão de fábrica e de campanhas de luta centradas no viés burocrático saído de atos e assembléias de caráter branco e golpe de mão, dizem especialistas.

O que se vê, no entanto, é que as campanhas salariais de iniciativa da Direção Nacional, ao menos uma década, ‘não são seriam encorpadas pela Estadual’, se queixam filiados.

No Estado, a parte maior dos sindicatos filiados ainda reclama da falta de ação efetiva da direção estadual desta Central de Trabalhadores. Inclusive pela não publicidade dos atos e cronogramas entre os sindicatos e o patronato.

É da Indústria Metalúrgica e de Metais da Amazônia [IMMA], com sede no distrito Industrial da Capital Porto Velho, que, ‘as ações da Força deveriam emanar com a defesa das 40 horas semanais, dizem filiados. Mas é o do Sindicato da categoria, ‘que tudo é levado aos trabalhadores, na maior dificuldade’.

É do interior que vem o maior número das reclamações sobre a suposta leniência e inapetência em cima das ações que deveriam ser desenvolvidas pela Força Sindical de Rondônia. O rol das operativas locais consta a ausência de coleta de assinatura para encorpar o ‘FORA DILMA’, ‘Impeachment de Dilma’, da campanha pelo ‘Fim do Fator Previdenciário’, ‘40 Horas Semanais JÁ!’ e, sobretudo pela não aprovação do ‘PL nº 4330’, que trata da terceirização.

Para filiados de Candeias do Jamari, Machadinho do Oeste, Ariquemes, Jaru, Ouro Preto do Oeste, Cacoal, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Presidente Médice, Vilhena e outros, ‘a Nacional precisa intervir na direção estadual, ao menos para garantir a retomada das campanhas salariais e acordos decentes, mas sem manobras’.

Outra possibilidade que ajudaria no encorpamento da Central é a divulgação do calendário de campanhas salariais e suas inserções na direção estadual, como a falta de conhecimento do PL nº 4330 que ainda geram críticas ao projeto defendido pelo presidente Miguel Torres e Paulo Pereira da Silva, presidente Nacional do Partido SOLIDARIEDADE.

Com relação à direção rondoniense, os filiados sugerem ao presidente Miguel Torres e ao secretário Nacional, Carlos Lacerda Cavalcante [FS-Amazonas], é que façam a imediata restauração das ações desta entidade sindical sob pena da mesma cair em descrédito total, como ocorreu com a gestão do ex-presidente do SOLIDARIEDADE Francisco de Assis Rodrigues, acusado de ‘vender o partido a adversários de Expedito Junior e Aécio Neves neste Estado’ de interesses ainda não confessados por ele.

Para analistas, mesmo com o partido sob as mãos do interventor de pré-nome Marcondes e a direção da FS-RO ainda no julgo de Francisco de Assis, ‘o caminho para o fortalecimento da Força Sindical e da Força NORTE continuará fechado, em caso da permanência dos atuais membros liderados pelo ex-Fiscal de Terminal, da Empresa de Ônibus Rio Madeira’.

Fonte: Xico Nery/NewsRondonia

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