Quinta-Feira, 22 de Abril de 2021 - 14:45 (Geral)

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Após cair em golpe, Hildon Chaves declarou que a prefeitura não teve prejuízo financeiro

Hildon Chaves defende a sua administração e afirma que, os representantes da empresa Ecosafe Solutions mantinham contato com a prefeitura onde garantiam o envio das 400 mil doses.


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Com a operação da Polícia Federal (PF) que detectou uma empresa de consultoria com sede no Recife (PE), apontada por aplicar o golpe da falsa vacina contra o novo coronavírus, e “supostamente enganar” 22 prefeituras, entre elas, a prefeitura de Porto Velho em Rondônia, o sentimento desilusão tem prevalecido entre os moradores.

A razão é simples. O cenário catastrófico que coloca a capital com os maiores índices da doença do novo coronavírus e de mortes pela Covid-19, desde o início da pandemia em março de 2020 em Rondônia.

Nas ruas e redes sociais não se fala em outro assunto, que não, como fica a situação a partir de agora sem vacina para todo mundo?

O morador José Souza escreveu na sua página no Facebook. “Era uma esperança para a população de PVH se vacinar mais rápido. Agora teremos que esperar essas doses “pingadas” que chegam do Ministério da Saúde”, disse.

A Prefeitura de Porto Velho chegou a encomendar com a falsa empresa 400 mil doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca, ao custo de R$ 44,00. As doses custariam R$ 20 milhões.

Hildon Chaves defende a sua administração e afirma que, os representantes da empresa Ecosafe Solutions mantinham contato com a prefeitura onde garantiam o envio das 400 mil doses. Segundo eles, até hoje não existia motivo para desacreditar na empresa e aos representantes. 

Hildon Chaves explicou, que, “embora, casos sejam confirmados, Porto Velho não ter prejuízo financeiro. Vai ficar apenas uma desilusão, digamos assim”.

Desilusão, é a palavra mais assertiva para o momento, com uma capital que conta até hoje com 71.775 casos de infectados pelo novo coronavírus, chegando ao número de 2.111 mortes.

Fonte: News Rondônia

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