Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2018 - 15:46 (Polícia)

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BANDIDOS CRIAM CAMISETA COM OS DIZERES “PRENDA-ME SE FOR CAPAZ”, PARA ZOMBAR DE POLICIAIS

Operação investiga tentativa de explosão do muro de uma das penitenciárias de Cuiabá


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Uma camiseta falsificada com o emblema da Polícia Civil e a frase “Prenda-me se for capaz” estava entre materiais apreendidos na manhã desta quarta-feira (26), durante a Operação Crepitus, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), em Cuiabá. A ação investiga a tentativa de explosão do muro de uma das penitenciárias da capital, que aconteceu no dia 20 de agosto.

Nesta quarta-feira (26) foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas. Além de Radamés Bruno Nicola Barros, também foi preso Gabriel de Paula Bueno, dono da camiseta com os dizeres audaciosos.

Ainda na casa de Gabriel agentes da GCCO encontraram uma emulsão com um cordel detonante. Para a polícia, os objetos reforçam a tese de que ele esteve envolvido no crime.

Além dos dois rapazes, também foram alvos da ação da polícia 11 presidiários, que teriam participação no evento criminoso. Todos os investigados serão interrogados pela Polícia Civil. Os dois presos preventivamente passarão por audiência de custódia.

Além da Polícia Civil também participaram dos trabalhos equipes das Polícias Federal, Militar, Rodoviária Federal e a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

O atentado

No dia 20 de agosto uma equipe do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi acionado até o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), localizado no bairro Carumbé, para detonar 12 bananas de dinamite que haviam sido encontradas por agentes penitenciários.

Após a localização dos objetos, 93 presos, que ficavam em uma ala próxima ao local, foram removidos e uma revista foi feita.

Conforme a Sejudh divulgou à época, o pacote explosivo estava posicionado próximo a um dos muros. Eles estavam amarrados em um pacote.

No local também foi encontrado um buraco escavado próximo à ala M da unidade. Segundo a Sejudh, o buraco dava saída para um dos espaços religiosos da unidade prisional.

Fonte: 015 - Olivre

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