Terça-Feira, 14 de Dezembro de 2021 - 19:07 (Colaboradores)

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Coluna do Simpi – Um prêmio ao bom senso: a Sefin nos ouviu e contamos tudo à 15 milhões de pessoas

Agora o Simpi terá que fazer um trabalho conjunto com o governo.

Na semana passada a Federação das Micro e Pequenas Empresas de Rondônia, (Feempi), encaminhou ofício para a Secretaria de Finanças do Estado, solicitando  que não fosse procedido o desenquadramento das pequenas empresas em virtude da existência de débitos tributários. Esse pedido foi atendido pela Sefin.

De acordo com o presidente do Simpi Rondônia “calcula-se em quase 23 mil pequenas empresas já na Dívida Ativa da União. E quando se tem em um universo de 120 mil empresas como em Rondônia, 200 ou 500 empresas devedoras o problema é das empresas, mas quando se fala em 20 mil, aí o problema é do Estado. E foi isso que alertamos, mostrando que o desenquadramento do Simples neste momento, seria fatal. Fomos atendidos, e o Simpi cumpriu seu papel”, completa.

Agora o Simpi terá que fazer um trabalho conjunto com o governo, sendo a nossa parte a criação de  campanhas de conscientização do problema e de soluções e ainda deixar à disposição uma equipe de tributaristas e contadores para auxiliar. Da parte do governo esperamos pequenas alterações quanto ao cumprimento do rito para efetuar a suspenção das inscrições estaduais, e mais prazos. Assista:

O Geração Emprego é uma iniciativa do Governo do Estado de Rondônia, juntamente com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico - SEDEC, e conta ainda com a parceria do Sindicato das Micro e Pequenas Industrias de Rondônia (SIMPI) para fomento à empregabilidade, encurtando as distâncias entre empregadores e trabalhadores Rondonienses. É uma ferramenta inteligente e pode ser acessada por qualquer empresa ou trabalhador.

A ideia é promover o encontro entre as pessoas para ajudar na retomada da economia. Rondônia é o quarto estado do país a implantar essa ferramenta. O "Geração Emprego" também tem uma área de cursos, voltada à qualificação dos trabalhadores. Até novembro deste ano, 103 empresas foram cadastradas e mais de 340 vagas abertas. No total, já foram mais de 4.500 currículos cadastrados e 70 currículos de PNE (Pessoas com Necessidade Especiais). A expectativa, segundo a Sedec, é que até junho de 2022, 4 mil empresas façam parte do “Geração Emprego”. Quer encontrar  novos  colaboradores clic aqui: https://geracaoemprego.ro.gov.br. Assista:

“Toda empresa depende da demanda do mercado e, à medida em que há retração no consumo, isso compromete a atividade empresarial. Então, por que não rever o seu modo de produção?”, sugere o economista Otto Nagami. Para ele, esta é uma estratégia importante para que a empresa possa buscar continuamente eficiência técnica. Da mesma forma, é fundamental uma revisão sobre os custos da empresa, especialmente com relação ao custo fixo.

“Enxugar ao máximo a estrutura de forma que a margem de contribuição gerada na produção e na venda de cada produto seja suficiente para amortizar esse custo fixo o mais rápido possível, chegando no o ponto de equilíbrio”, define o economista.

Segundo Nogami, isso permite que a empresa seja competitiva no longo prazo e mesmo em momentos de crise a empresa terá condições de manter os resultados no azul. “Quando a empresa começa a incorrer em prejuízo é porque há problemas na sua forma de produção ou na estrutura de custos”, alerta.

Até o dia 30 de dezembro o  Banco do Brasil avisa a todos os clientes que estiverem com dívidas vencidas e não pagas podem buscar uma solução adequada a sua capacidade de pagamento. As condições estão disponíveis para pessoas físicas, produtores rurais e pessoas jurídicas, que tenham dívidas inadimplidas oriundas de operações de crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e outras. os descontos chegam a até 95%, para liquidação à vista de dívidas vencidas.

Também estão disponíveis descontos nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo de operações vencidas.

Os clientes podem acessar as agências do banco para renegociar suas dívidas e também os canais digitais: site, aplicativo e WhatsApp (61 4004-0001). A renegociação também pode ser feita pela Central de Atendimento (4004-001 ou 08007290001). 

A combinação de fatores, como a elevação dos custos de produção, alta da inflação, queda no poder de compra e a retração no consumo têm frustrado as expectativas dos empresários das micro e pequenas indústrias em relação ao fim do ano e a retomada dos negócios. A conclusão é da pesquisa Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, realizado pelo Datafolha, a pedido do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias (Simpi). Segundo o estudo, os números de novembro mostram queda no otimismo e piora no cenário macroeconômico. Para os empresários, a previsão de melhora no próximo mês diminuiu significativamente, passando de 54% para 38%, enquanto a expectativa de piora nos negócios saltou de 9% para 14%.

O pessimismo das micro e pequenas indústrias para a retomada econômica nos próximos meses se mantem elevado pelo quarto mês consecutivo com 54%. Quanto a alta de preços, pelo décimo mês seguido, o Índice de Custos das micro e pequenas indústrias fica abaixo de 100 pontos, refletindo o longo período de alta nos custos de produção.

Já o reflexo no fluxo de caixa mostra que 43% têm capital de giro insuficiente ou muito pouco. Para 46% é exatamente o que precisa. Apenas 10% está com capital de giro mais do que suficiente. No fator emprego/desemprego verifica-se uma expectativa de alta no desemprego de 30% para 37%.

Fonte: Simpi RO

Link: http://www.newsrondonia.com.br/noticias/coluna+do+simpi+um+premio+ao+bom+senso+a+sefin+nos+ouviu+e+contamos+tudo+a+15+milhoes+de+pessoas/190272

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