PORTO VELHO: SEDAM APROVA ESTUDO E RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL DA PREFEITURA PARA IMPLANTAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO - News Rondônia O aterro sanitário que será construído em Porto Velho terá uma vida útil de no mínimo 25 anos podendo ser ampliado. O local escolhido tem uma área de 63 hectares e está localizado na margem esquerda da BR – 364

Porto Velho,

Quarta-Feira , 28 de Dezembro de 2011 - 10:54 - Cidades


 

PORTO VELHO: SEDAM APROVA ESTUDO E RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL DA PREFEITURA PARA IMPLANTAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO

O aterro sanitário que será construído em Porto Velho terá uma vida útil de no mínimo 25 anos podendo ser ampliado. O local escolhido tem uma área de 63 hectares e está localizado na margem esquerda da BR – 364

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A prefeitura recebeu na quarta-feira, 27, a aprovação do EIA/RIMA para a construção do aterro sanitário que será implantado próximo à vila princesa. O projeto foi aprovado por unanimidade pelos membros do Conselho Estadual de Proteção Ambiental do estado de Rondônia, (CONSEPA). O próximo passo a ser dado será a obtenção da licença prévia (LP) deve acontecer ainda esta semana. Os trabalhos que estão sendo coordenados por Wilson Correia, da Semusb, estão a todo vapor e segundo ele a obra deve começar no primeiro trimestre de 2012. “A partir de agora  o município estará trabalhando para o cumprimento da segunda fase, que é a liberação da Licença de Instalação, onde serão apresentados todos os projetos executivos do empreendimento”, disse ele.

O aterro

O aterro sanitário que será construído em Porto Velho terá uma vida útil de no mínimo 25 anos podendo ser ampliado. O local escolhido tem uma área de 63 hectares e está localizado na margem esquerda da BR – 364 (no sentido de quem vai para Rio Branco/ AC), próximo à Vila Princesa, onde atualmente funciona o lixão que será fechado quando o aterro sanitário estiver funcionando. O terreno escolhido já prevê a expansão do aterro.

O projeto integra o meio ambiente, o econômico e o social, e uma de seus objetivos é a melhoria da qualidade de vida dos catadores que tiram o sustento da família do local. No aterro sanitário funcionará ainda uma usina de compostagem e, com a coleta seletiva de lixo que está sendo implantada em Porto Velho, esses trabalhadores vão poder agregar valor ao material reciclado aumentando com isso sua renda.

Funcionamento 

Assim que estiver funcionando, o aterro sanitário de Porto Velho vai passar a receber as cerca de 320 toneladas de lixo recolhidas todos os dias na cidade, que hoje ainda são depositadas no lixão da Vila Princesa, onde a Semusb já promove desde o ano passado um trabalho de recuperação do solo e eliminação das áreas degradadas.

No aterro sanitário, o lixo vai passar por um processo de drenagem. O "Chorume", líquido extraído do lixo orgânico, será direcionado para uma lagoa de tratamento. Esse processo também elimina a emissão de gás metano na atmosfera. O lixo hospitalar vai receber tratamento especial, depositado em células de concreto que impedem a contaminação do solo.

O trabalho para se garantir a construção do aterro sanitário iniciou há três anos, numa parceria com o Tribunal de Contas e Ministério Público, que prestaram apoio técnico. Só a fase de elaboração do edital durou dois anos. Para o secretário Jair Ramires, o novo Aterro vai colocar Porto Velho entre as capitais mais modernas do País no tratamento de resíduos domésticos. 

Conquista 

O prefeito Roberto Sobrinho, que começou a luta para se construir um aterro na cidade, explicou que o sistema será semelhante ao utilizado nos grandes centros urbanos do país. A empresa responsável por administrar o aterro sanitário também ficará incumbida de recolher o lixo em toda a cidade, transportar, realizar a coleta seletiva, desenvolver um programa de educação ambiental junto à comunidade e ainda construir dois ecopontos para reciclagem do lixo com a utilização de cooperativas, de forma que gere emprego e renda para os catadores que hoje atuam no lixão. A previsão é a de que, com o novo sistema, sejam gerados cerca de 250 empregos, entre a concessionária e as cooperativas.

 

Por: Edina Silva/Comdecom

Fotos: Arquivo Comdecom

Fonte: comunicaçãopmpv

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