AFINAL, QUEM MATOU NAIARA ERA PESSOA INFLUENTE NO SHOPPING, NA AUTOESCOLA OU NA FACULDADE? - News Rondônia Em pesquisa independente, este site de notícias acredita que, ‘a policia pode não ter checado todas as gravações das câmeras externas, em minúcias, ou não’.

Porto Velho,

Segunda-Feira , 04 de Março de 2013 - 09:27 - Artigos


 

AFINAL, QUEM MATOU NAIARA ERA PESSOA INFLUENTE NO SHOPPING, NA AUTOESCOLA OU NA FACULDADE?

Em pesquisa independente, este site de notícias acredita que, ‘a policia pode não ter checado todas as gravações das câmeras externas, em minúcias, ou não’.

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Porto Velho, Rondônia – A insegurança balança a Capital Porto Velho e o Estado rondoniense. Ninguém, até agora, é absolutamente inocente no ‘caso’ Naiara Karine Costa Freitas, de 18 anos, assassinada nos arredores de uma chácara, no ramal 15 de Novembro, a menos de 12 quilômetros da Estrada da Penal, bem próximo ao Presídio Estadual Urso Branco.

A continuar as indagações sobre potenciais suspeitas em cima do autor ou autores da morte da estudante, com o mapeamento do terreno onde o crime misterioso foi protagonizado, ‘nada de científico será apurado’ afirmam experientes detetives e investigadores com anos de vivência em São Paulo, Rio de Janeiro e América Latina.

- O terreno das indagações é vasto, asseguram fontes deste site.

Agentes do Estado, ao deterem fulano e sicrano se sabem quem é ou se são os assassinos, mas que não há provas cabais contra acusados de até agora, ‘é claro que a polícia não vai sair do lugar; nem avançar no teatro de operações que montaram para prendê-los’, atestam.

Em detalhes e na descrição do crime, o modus operandi ainda não foi definido no ‘Caso Naiara’, acreditam as fontes ouvidas na coleta de informações independentes. Segundo disseram, ‘está claro que a saída foi do Porto Velho Shopping em direção à aula na auto-escola’. Deste ponto, Naiara sumiu para ser seviciada e assassinada.

Em pesquisa independente, este site de notícias acredita que, ‘a policia pode não ter checado todas as gravações das câmeras externas, em minúcias, ou não’. Os equipamentos podem ter registrado o momento se Naiara falou com alguém, pegou carona ou mesmo se chegou, verdadeiramente, à escola para as aulas do dia’.

Este site acredita que, ‘com o material já coletado, os policiais, fatalmente, devem mudar a metodologia da investigação baseada em paradigmas da importância da tecnologia que o caso exige’. Principalmente em situações em que o temor das famílias e da opinião pública que o assassinato descambe para o rol dos crimes insolúveis em meio a um suposto ritual estranho, segundo o qual, Naiara foi vitimizada, brutalmente.

Nossas fontes admitem, no entanto, que, ‘caso não empreguem nova tecnologia, os policiais rondonienses tendem a não saber, diante de tantas conversas, quem é o assassino ou, pelo menos, é óbvio, não saber nada sobre quais suspeitas sai a prender supostos acusados’.

E revelam, contudo, que, ‘ninguém tem bola cristal’. Mas ninguém, devido ao alarde midiático, ‘espera que o caso caia no esquecimento’. Acusados potenciais podem estar circulando pelas escadas rolantes do Shopping, instruindo aprendizes ou dentro de salas universitárias. E isso pode ajudá-los a montar, em meio a ricaços ou poderosos, um sistema de defesa consistente caso sejam surpreendidos pela polícia ou pela ação de investigadores particulares.

LEVADA AO ABATE – Não sendo comprovadas essas evidências, pessoas poderosas, sabe-se, no entanto, que, ‘elas se organizam de modo mafioso e, certamente eliminar as peças comprobatórias em crimes pelos quais devem responder’; na desorientação da polícia, ‘os possíveis assassinos de Naiara podem estar unidos e devem ficar em silêncio na Capital Porto Velho ou em outras partes do País.

A vítima pode ter aceitado carona de um amigo, colega de trabalho ou mesmo sido apanhada por um suposto instrutor. Ou alguém imagina que essa hipótese não possa vir a ser levantada? Indagam fontes deste site de notícias para, na outra ponta da linha, ‘atestarem que desde o dia do crime, o acusado, se for mesmo esperto, pode não estar usando o celular, justamente, por receio de grampo telefônico ou mesmo rastreamento do cartão ou na conta bancária.

Em casos semelhantes ou desiguais, ‘a perícia é fundamental’. Por isso, na proteção ou não de provas não divulgadas por questão de sigilo, ‘a polícia precisa dizer se ainda falta alguma perícia ou se deve promover mais diligências’. E se, voltando à questão, pela distância que foi praticado o assassinato de Naiara, na luminosidade do horário, não seria difícil fazer uma descrição sobre itinerário feito por ela até a saída do Shopping.

FIO DA MEADA - Com o estudo desse misterioso caso, a polícia deve e pode botar as mãos nas gravações do caminho de quem foi ou chegou ao Porto Velho Shopping. Com as evidências, a perícia pode elaborar retratos falados, mobilizar redes sociais e abrir caminho para montar uma listinha de sugestões, ‘já que a policia tem a obrigação de checar a entrada e a saída de suspeitos’ na data em que o crime foi praticado.

Xico Nery é Produto Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências Nacionais, em Países Andinos e Bolivarianos.

Fonte: Xico Nery/newsrondonia

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Comentários

  • Helio Ramos - 05/03/2013 : 2:20 - Porto Velho

    Interessante, pessoas que não sabe nada sobre a dor que a família está passando, de tentar ajudar a solucionar e prender esse assassino cruel, ficam criticando erros de digitação? Pelo amor de DEUS, os paladinos diplomados nada fazem, só criticam. Vamos ajudar!!! isso é importante!!!

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