Segunda-Feira, 17 de Julho de 2017 - 11:49 (Colaboradores)

L
LIVRE

ACESSO - Por Max Diniz Cruzeiro

As barreiras impedem a liberdade, como uma porta que estabelece um limite do que está fora e do que está contido. No qual os meios somente permitem a circulação por vias de acesso exclusivas.


Imprimir página

O Acesso é algo que se permite dar passagem, transitoriamente ou fixamente sobre uma demarcação que representa uma ruptura entre dois meios, onde o segundo, objeto de transição, somente sob condições específicas e/ou especiais é permitido o livre trânsito ou deslocamento.

Vinculado ao acesso está um sistema de chaveamento, que é controlado por barreiras que impedem que a pessoa não habilitada seja capaz de acessar o conteúdo ou ambiente interno privativo daqueles que possuem o código de acesso.

As barreiras impedem a liberdade, como uma porta que estabelece um limite do que está fora e do que está contido. No qual os meios somente permitem a circulação por vias de acesso exclusivas.

A finalidade do acesso é controlar o que se transita, através de medida de afunilamento, principalmente em sociedades em que os recursos são escassos e as pessoas disputam pela concentração de instrumentações e matérias.

Serve como medida restritiva, para que apenas as pessoas que tenham autorização sejam permitidas transitar por determinado local que coexista um vínculo associativo.

Inserido em equipamentos, o conceito restringe instruções, ou condiciona perfis de acesso, no qual o trânsito de informações fica vinculado a um grau de comprometimento com a informação.

Na esfera orgânica pode ser percebido através de estruturas chamadas esfíncteres, ou outras barreiras de tecido que são permeáveis ou impermeáveis a determinados componentes que circulam na corrente sanguínea.

Na esfera marital permite o contato com o órgão sexual da pessoa que se vincula o contrato matrimonial. Embora algumas correntes doutrinárias limitem o uso abusivo desta cláusula a fim de permitir a conservação da integridade, dignidade e manutenção do corpo.

Muitos sistemas comerciais permitem a passagem para o contato com bens, produtos e serviços, apenas com princípios de valoração antecipada, geralmente organizadas na forma de uma vinculação estatal que gera o lastro de um papel, que simboliza um esforço apropriado de livre transferência, que pode ter por base algum elemento presente na natureza de grande valor para a sociedade, que dá direito a apropriação de um conteúdo que acredita depender a posse para o desenvolvimento pessoal.

O diploma é uma forma de acesso ao exercício de uma profissão. É um endosso de que o indivíduo é apto, pelo fato de ter incorporado as regras que estabelecem a forma de uma atividade deva ser conduzida para que a excelência seja preservada para o fato.

Um acesso pode ter uma janela restritiva ou muito ampla, pode sinalizar um tipo de comportamento que libera a passagem para quem atingir a meta, ou sintetizar uma gradação de fatores em que níveis são organizados e estruturas sucessivas de aberturas são organizadas para que após a conclusão de cada etapa, possa uma pessoa se coordenar para acessar a etapa seguinte.

O acesso transfere a legitimação do conteúdo para o indivíduo que tem autorizada a sua passagem. Muitas vezes tornando solidário quando a preservação, manutenção e manuseio do conteúdo que está além da passagem.

Passa a ter pertencimento, no sentido que o indivíduo que se vincula com o meio ao qual se deu a passagem, torna-se percebido como um igual, geralmente em escala de responsabilidade com outros de similar vinculação.

Alguns acessos restritivos permitem a vinculação com um objeto, na obrigação de desvinculação de outro objeto externo.

Outras, porém, por intermédio da ampliação, expandem a compreensão em que a passagem se torna de livre acesso ao nível imediatamente inferior dentro de etapas sucessivas de transição.

Um acesso pode permitir que a via de transição de informações transite entre emissor e receptor, e todas as outras combinações possíveis de comunicação, pois parte do princípio de liberdade de um conteúdo quando uma situação é favorável para a apropriação da informação.

Existem acessos que fecham as portas anteriores de forma definitiva, em que o acesso retroativo não é mais permitido para o indivíduo que se vincula ao outro meio. Exemplo: parto.

Os acessos aferentes e eferentes do corpo humano trabalham em sistemas de acesso, no qual a frequência de um pulso se interliga a um limiar, em que é exigido romper um potencial absoluto para que a comporta possa ser aberta, e assim, encaminhar a pulsação, ou seja, a informação, para a porta seguinte.

O acesso é percebido como um processo de aprendizagem, em que a compreensão que torna o elemento apreendido, um elemento racional, se vincula a um processo em que é permitido a um indivíduo avançar na direção de outro aprendizado de ordem superior, ou seja, de maneira mais complexa, que as conexões passadas, passam a incorporar o aprendizado mais recente. Este processo de acesso estabelece um vínculo biológico, no qual as aquisições metacognitivas servem para moldar a estrutura fisiológica com componentes, na forma de exercícios, que fazem a estrutura corpórea de um indivíduo progredir internamente, em que os efeitos esperados se encontram sobre o sistema reativo do indivíduo e as vias de expressão que são ativadas com o florescer dos ensinamentos apropriados por um ser humano.

Os vínculos biológicos gerados dentro do corpo humano se incorporam a estrutura de DNA, no qual o progresso da espécie passa a ser percebido por melhorias que são incorporadas indivíduo a indivíduo geração após gera

Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias